O Estado de S. Paulo (Manchete)
Renan Calheiros comanda ofensiva para tirar do PT cargo-chave na Petrobrás
O PMDB vai esperar a volta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está em viagem no exterior, para indicar os nomes dos senadores que vão integrar a CPI da Petrobrás, que investigará supostas irregularidades na estatal.
O partido quer indicar um nome para a diretoria de Exploração e Produção da Petrobrás, conhecida como "diretoria de pré-sal", ocupada pelo petista Guilherme Estrella.
"Quem tem prazo não tem pressa. Tenho uma bancada de 20 senadores e todos querem participar da CPI", disse o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL).
Além da exigência de cargos na Petrobrás, o PMDB decidiu atrasar a indicação dos integrantes da CPI porque não consegue se entender com o PT.
Os peemedebistas acusam Aloizio Mercadante (SP) de falar mais com a oposição do que com partidos do governo.
A cúpula do PMDB afirma que o interlocutor do partido sempre foi Lula.
MAIS BARGANHAS:
Doações fragilizam senadores
Segundo levantamento feito pelo Estado com base nas prestações de contas entregues pelos partidos ao TSE, empresas que fecharem grandes contratos com a Petrobrás em 2008 doaram a partidos R$ 39,9 milhões para campanhas eleitorais.
A situação pode fragilizar a atuação dos senadores na CPI.
O Estado de S. Paulo
OPINIÃO DO BLOG:
O financiamento privado de campanha é um procedimento legal, mas é imoral.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
PDT pode viabilizar CPI contra a tucana Yeda no RS

Folha
O PSDB está prestes a provar, na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, do mesmo veneno que impôs a Lula no Senado.
Dono de uma bancada de seis deputados, o PDT gaúcho flerta com a adesão a um pedido de CPI contra a governadora tucana Yeda Crusius.
Autor do requerimento, o PT já coletou 12 assinaturas. Com mais meia dúzia do PDT, vai a 18. Precisa de 19.
Pode chegar a 20 com a adesão de dois dissidentes do DEM.
O PDT planeja tomar sua decisão até esta terça (19). Para desassessego de Yeda, o presidente nacional da legenda é gaúcho.
Chama-se Vieira da Cunha. Deputado federal, ele dá expediente em Brasília. Mas traz os olhos voltados para a província.
Pois bem, Vieira da Cunha informa que seus correligionários gaúchos devem mesmo assinar o pedido de CPI.
Entre os seis deputados estaduais do PDT, há dois que torcem o nariz para a CPI do Caixa Dois de Yeda. Devem render-se, porém, à decisão da maioria.
Ouça-se o que diz um deles, o deputado estadual Giovani Cherini: “Tenho de ter cuidados especiais. Vou argumentar isso com a bancada...”
“...Mas se a opção for pelo sim [à CPI], vou atrás porque sou um homem de partido”.
Confirmando-se o que parecia improvável na semana passada, o PT gaúcho vai demonstrar ao PSDB nacional que quem com CPI fere com CPI será ferido.
Escrito por Josias de Souza às 05h09
domingo, 17 de maio de 2009
PSDB defende CPI da Petrobras sem "tumultos"
VALDO CRUZ
da Folha de S.Paulo, em Brasília
Depois do fracasso da operação do governo Lula na tentativa de barrar a CPI da Petrobras, o PSDB sinalizou ontem que não abre mão de investigar a estatal, mas está disposto a negociar um "projeto rigoroso e seguro" de investigação.
Presidente do PSDB, o senador Sérgio Guerra (PE) disse à Folha que, se o governo quiser, seu partido aceita "sentar para negociar um plano rigoroso, sensato e seguro de investigação" da Petrobras.
Saiba o que a CPI quer investigar sobre a Petrobras
De acordo com ele, seu partido não deseja uma CPI no "estilo publicitário, conduzida com emocionalismo", porque isso poderia provocar "tumultos" na comissão e prejudicaria a "empresa, o país e o próprio partido [o PSDB]".
Governo e oposição têm usado, nos bastidores, a mesma munição que pode acabar freando os ânimos investigatórios --a de que todos têm ou já tiveram relações próximas com a Petrobras e uma investigação profunda poderia afetar interesses de empresários simpáticos a esse ou aquele partido.
Anteontem, o governo tentou até a última hora convencer senadores a retirarem assinaturas dos dois requerimentos de criação da CPI da Petrobras, lidos na manhã de sexta-feira. O ministro José Múcio (Relações Institucionais) deixou seu gabinete apenas nas primeiras horas de ontem, depois de passar a sexta-feira em ligações telefônicas pedindo a desistência de senadores em apoiar a CPI.
Obteve sucesso no requerimento apresentado pelo senador Romeu Tuma (PTB-SP), mas falhou no de Álvaro Dias (PSDB-PR). Das 32 assinaturas recolhidas pelo tucano, só duas foram retiradas --de Cristovam Buarque (PDT-DF) e Aldemir Santana (DEM-DF). São necessárias pelo menos 27 assinaturas para a criação de uma CPI.
Diante do fracasso de sua operação, o governo ainda tem a esperança de esvaziar os trabalhos da comissão. Primeiro, tentará atrasar a indicação dos membros da CPI. Depois, espera que um depoimento do presidente da estatal, José Sergio Gabrielli, possa reduzir a disposição em investigar a empresa.
Os tucanos, contudo, não aceitam ser "proibidos" de promover uma investigação. O requerimento deles pede que sejam investigadas as obras da refinaria Abreu e Lima (PE), as suspeitas de manobra contábil para pagamento de menos impostos e os patrocínios culturais para prefeituras.
Do lado dos democratas, há a mesma disposição de uma investigação controlada. "A CPI é fato consumado, mas defendemos que tudo seja feito sem emoção e com equilíbrio", diz o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN).
Segundo ele, sua bancada, antes dividida, agora estará unida após a investida do governo sobre quatro democratas para a retirada de suas assinaturas -conseguiu convencer apenas um, Adelmir Santana.
"Nossa bancada estava fechada com a proposta de, primeiro, ouvir o Gabrielli. Com a criação da CPI, agora queremos iniciar os trabalhos, mas com toda a responsabilidade que o assunto exige", afirmou Agripino Maia.
Ele diz que a CPI terá o mérito de revelar se realmente existe uma "caixa preta" na Petrobras e se a divisão de diretorias entre os partidos da base, principalmente PT e PMDB, está levando a irregularidades.
O governo espera agora contar com o apoio do PMDB para esvaziar a CPI exatamente pelo fato de o partido hoje comandar diretorias da empresa.
Os peemedebistas, insatisfeitos com a perda de cargos na Infraero, contribuíram para a criação da comissão. Não só com assinaturas, mas também com a atitude do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que deixou o vice-presidente da Casa, Marconi Perillo (PSDB-GO), presidir a sessão na sexta-feira, na qual foi lido o requerimento da CPI.
da Folha de S.Paulo, em Brasília
Depois do fracasso da operação do governo Lula na tentativa de barrar a CPI da Petrobras, o PSDB sinalizou ontem que não abre mão de investigar a estatal, mas está disposto a negociar um "projeto rigoroso e seguro" de investigação.
Presidente do PSDB, o senador Sérgio Guerra (PE) disse à Folha que, se o governo quiser, seu partido aceita "sentar para negociar um plano rigoroso, sensato e seguro de investigação" da Petrobras.
Saiba o que a CPI quer investigar sobre a Petrobras
De acordo com ele, seu partido não deseja uma CPI no "estilo publicitário, conduzida com emocionalismo", porque isso poderia provocar "tumultos" na comissão e prejudicaria a "empresa, o país e o próprio partido [o PSDB]".
Governo e oposição têm usado, nos bastidores, a mesma munição que pode acabar freando os ânimos investigatórios --a de que todos têm ou já tiveram relações próximas com a Petrobras e uma investigação profunda poderia afetar interesses de empresários simpáticos a esse ou aquele partido.
Anteontem, o governo tentou até a última hora convencer senadores a retirarem assinaturas dos dois requerimentos de criação da CPI da Petrobras, lidos na manhã de sexta-feira. O ministro José Múcio (Relações Institucionais) deixou seu gabinete apenas nas primeiras horas de ontem, depois de passar a sexta-feira em ligações telefônicas pedindo a desistência de senadores em apoiar a CPI.
Obteve sucesso no requerimento apresentado pelo senador Romeu Tuma (PTB-SP), mas falhou no de Álvaro Dias (PSDB-PR). Das 32 assinaturas recolhidas pelo tucano, só duas foram retiradas --de Cristovam Buarque (PDT-DF) e Aldemir Santana (DEM-DF). São necessárias pelo menos 27 assinaturas para a criação de uma CPI.
Diante do fracasso de sua operação, o governo ainda tem a esperança de esvaziar os trabalhos da comissão. Primeiro, tentará atrasar a indicação dos membros da CPI. Depois, espera que um depoimento do presidente da estatal, José Sergio Gabrielli, possa reduzir a disposição em investigar a empresa.
Os tucanos, contudo, não aceitam ser "proibidos" de promover uma investigação. O requerimento deles pede que sejam investigadas as obras da refinaria Abreu e Lima (PE), as suspeitas de manobra contábil para pagamento de menos impostos e os patrocínios culturais para prefeituras.
Do lado dos democratas, há a mesma disposição de uma investigação controlada. "A CPI é fato consumado, mas defendemos que tudo seja feito sem emoção e com equilíbrio", diz o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN).
Segundo ele, sua bancada, antes dividida, agora estará unida após a investida do governo sobre quatro democratas para a retirada de suas assinaturas -conseguiu convencer apenas um, Adelmir Santana.
"Nossa bancada estava fechada com a proposta de, primeiro, ouvir o Gabrielli. Com a criação da CPI, agora queremos iniciar os trabalhos, mas com toda a responsabilidade que o assunto exige", afirmou Agripino Maia.
Ele diz que a CPI terá o mérito de revelar se realmente existe uma "caixa preta" na Petrobras e se a divisão de diretorias entre os partidos da base, principalmente PT e PMDB, está levando a irregularidades.
O governo espera agora contar com o apoio do PMDB para esvaziar a CPI exatamente pelo fato de o partido hoje comandar diretorias da empresa.
Os peemedebistas, insatisfeitos com a perda de cargos na Infraero, contribuíram para a criação da comissão. Não só com assinaturas, mas também com a atitude do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que deixou o vice-presidente da Casa, Marconi Perillo (PSDB-GO), presidir a sessão na sexta-feira, na qual foi lido o requerimento da CPI.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Parlamentares preferem atender interesses dos financiadores de suas campanhas aos do país
Congresso resiste à nova poupança
Governo considera batalha por aprovação tão difícil quanto a da CPMF e pode editar MP
O Congresso deu sinais ontem de que dificilmente aprovará a tributação sobre as cadernetas de poupança, considerada fundamental pelo governo para que as taxas de juros continuem caindo.
Diante da resistência, o Planalto já estuda a possibilidade de prorrogar a redução de impostos sobre os fundos de investimentos - prevista para acontecer em breve - por meio de medida provisória.
Mas esta seria uma solução paliativa, caso não consiga fechar um acordo com a oposição.
Até o PMDB, da base aliada, demonstra que vai criar dificuldades para aprovar a nova taxação da poupança para 2010.
Para alguns integrantes do governo, a previsão é que a batalha para mudar a poupança será tão difícil quanto a da CPMF.
(O Globo)
Governo considera batalha por aprovação tão difícil quanto a da CPMF e pode editar MP
O Congresso deu sinais ontem de que dificilmente aprovará a tributação sobre as cadernetas de poupança, considerada fundamental pelo governo para que as taxas de juros continuem caindo.
Diante da resistência, o Planalto já estuda a possibilidade de prorrogar a redução de impostos sobre os fundos de investimentos - prevista para acontecer em breve - por meio de medida provisória.
Mas esta seria uma solução paliativa, caso não consiga fechar um acordo com a oposição.
Até o PMDB, da base aliada, demonstra que vai criar dificuldades para aprovar a nova taxação da poupança para 2010.
Para alguns integrantes do governo, a previsão é que a batalha para mudar a poupança será tão difícil quanto a da CPMF.
(O Globo)
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Deputado que se lixa para a opinião pública é destituído - Deputado a 190km tinha ‘hálito etílico’
Deputado que se lixa para a opinião pública é destituído
Dez dias após dizer que se lixa para a opinião pública e deixar claro que não puniria o colega do castelo, Edmar Moreira, o deputado Sergio Moraes (PTB-RS) perdeu ontem o cargo de relator no Conselho de Ética da Câmara.
Ele pediu desculpas pela frase, mas disse que não a retiraria. Moraes será substituído por Nazareno Fonteles (PT/PI), que foi acusado de envolvimento no mercado negro de passagens operado por agências de viagens e servidores, mas nega participação nas irregularidades.
Em Santa Cruz do Sul, pequena cidade gaúcha, a mulher de Moraes, a prefeita Neiva Terezinha, que prefere ser chamada de Kelly, também se lixa para a opinião pública: vai trocar o carro oficial de 2006 por outro mais novo e luxuoso, de R$ 81 mil.
(O Globo)
Deputado a 190km tinha ‘hálito etílico’
Boletim do Corpo de Bombeiros informa que o deputado estadual do Paraná Fernando Ribas Carli Filho (PSB) estava embriagado na hora do acidente que causou a morte de dois jovens. Segundo os bombeiros, o deputado tinha “hálito etílico”.
Ele dirigia a 190km por hora e estava com a carteira suspensa. A família de uma das vítimas pediu à Assembléia a cassação do parlamentar.
(O Globo)
Dez dias após dizer que se lixa para a opinião pública e deixar claro que não puniria o colega do castelo, Edmar Moreira, o deputado Sergio Moraes (PTB-RS) perdeu ontem o cargo de relator no Conselho de Ética da Câmara.
Ele pediu desculpas pela frase, mas disse que não a retiraria. Moraes será substituído por Nazareno Fonteles (PT/PI), que foi acusado de envolvimento no mercado negro de passagens operado por agências de viagens e servidores, mas nega participação nas irregularidades.
Em Santa Cruz do Sul, pequena cidade gaúcha, a mulher de Moraes, a prefeita Neiva Terezinha, que prefere ser chamada de Kelly, também se lixa para a opinião pública: vai trocar o carro oficial de 2006 por outro mais novo e luxuoso, de R$ 81 mil.
(O Globo)
Deputado a 190km tinha ‘hálito etílico’
Boletim do Corpo de Bombeiros informa que o deputado estadual do Paraná Fernando Ribas Carli Filho (PSB) estava embriagado na hora do acidente que causou a morte de dois jovens. Segundo os bombeiros, o deputado tinha “hálito etílico”.
Ele dirigia a 190km por hora e estava com a carteira suspensa. A família de uma das vítimas pediu à Assembléia a cassação do parlamentar.
(O Globo)
domingo, 3 de maio de 2009
O Congresso pretende instituir a ditadura dos partidos: o voto em lista, isto é, usurpa o direito do povo votar em candidatos
Eis o que publica o Blog do Josias:
Congresso prepara ressurreição da reforma política
O Legislativo tentará, nesta semana, mudar de assunto.
Deseja arrancar das manchetes as transgressões éticas.
Em troca, vai oferecer o debate sobre reforma política.
Na mesa, proposta formulada por uma comissão de deputados.
Coordenou-a o deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS).
retende-se reservar a sessão de quarta (6) para esmiuçar o projeto.
Diz-se que há muito por reformar no sistema eleitoral brasileiro.
Congresso prepara ressurreição da reforma política
O Legislativo tentará, nesta semana, mudar de assunto.
Deseja arrancar das manchetes as transgressões éticas.
Em troca, vai oferecer o debate sobre reforma política.
Na mesa, proposta formulada por uma comissão de deputados.
Coordenou-a o deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS).
Pretende-se reservar a sessão de quarta (6) para esmiuçar o projeto.
Diz-se que há muito por reformar no sistema eleitoral brasileiro.
Mas o grupo sugere que os colegas se concentrem num par de temas:
1. Voto em lista;
2. Financiamento público das campanhas.
A prevalecer o item 1, o eleitor deixará de optar pelo candidato de sua preferência.
No encontro com as urnas, passará a votar apenas nas legendas.
Somados os votos, elegem-se os candidatos escolhidos previamente pelos partidos.
Quanto mais votos obtiver uma agremiação, maior o número de eleitos de sua lista.
Quem elabora a relação de candidatos? As cúpulas partidárias.
Vingando o item 2, o custeio das campanhas passaria a ser bancado pela Viúva.
Os partidos ficarão proibidos de correr o chapéu defronte de guichês privados.
Deseja-se, em suma, o seguinte:
Que o eleitor pague por um pleito no qual lhe será negado o gostinho de optar por este ou por aquele candidato.
A isso se resumiu a reforma política urdida nos subterrâneos do Congresso.
O par de idéias tem o apoio dos partidos que importam: PMDB, PT, PSDB e DEM.
Se levadas a voto, não são negligenciáveis as chances de que passem.
“Precisamos aprovar até o final de setembro”, diz Ronaldo Caiado (GO), líder do DEM.
Explica-se: para que possam vigorar em 2010, as novas regras precisam vir à luz um ano antes da eleição.
Na dúvida, a Justiça Eleitoral esboça regras mais rígidas para o manuseio de verbas em 2010.
Escrito por Josias de Souza às 04h47
Congresso prepara ressurreição da reforma política
O Legislativo tentará, nesta semana, mudar de assunto.
Deseja arrancar das manchetes as transgressões éticas.
Em troca, vai oferecer o debate sobre reforma política.
Na mesa, proposta formulada por uma comissão de deputados.
Coordenou-a o deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS).
retende-se reservar a sessão de quarta (6) para esmiuçar o projeto.
Diz-se que há muito por reformar no sistema eleitoral brasileiro.
Congresso prepara ressurreição da reforma política
O Legislativo tentará, nesta semana, mudar de assunto.
Deseja arrancar das manchetes as transgressões éticas.
Em troca, vai oferecer o debate sobre reforma política.
Na mesa, proposta formulada por uma comissão de deputados.
Coordenou-a o deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS).
Pretende-se reservar a sessão de quarta (6) para esmiuçar o projeto.
Diz-se que há muito por reformar no sistema eleitoral brasileiro.
Mas o grupo sugere que os colegas se concentrem num par de temas:
1. Voto em lista;
2. Financiamento público das campanhas.
A prevalecer o item 1, o eleitor deixará de optar pelo candidato de sua preferência.
No encontro com as urnas, passará a votar apenas nas legendas.
Somados os votos, elegem-se os candidatos escolhidos previamente pelos partidos.
Quanto mais votos obtiver uma agremiação, maior o número de eleitos de sua lista.
Quem elabora a relação de candidatos? As cúpulas partidárias.
Vingando o item 2, o custeio das campanhas passaria a ser bancado pela Viúva.
Os partidos ficarão proibidos de correr o chapéu defronte de guichês privados.
Deseja-se, em suma, o seguinte:
Que o eleitor pague por um pleito no qual lhe será negado o gostinho de optar por este ou por aquele candidato.
A isso se resumiu a reforma política urdida nos subterrâneos do Congresso.
O par de idéias tem o apoio dos partidos que importam: PMDB, PT, PSDB e DEM.
Se levadas a voto, não são negligenciáveis as chances de que passem.
“Precisamos aprovar até o final de setembro”, diz Ronaldo Caiado (GO), líder do DEM.
Explica-se: para que possam vigorar em 2010, as novas regras precisam vir à luz um ano antes da eleição.
Na dúvida, a Justiça Eleitoral esboça regras mais rígidas para o manuseio de verbas em 2010.
Escrito por Josias de Souza às 04h47
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Delcídio do Amaral confirma presença na Festa da Farinha, em Anastácio - Ms
O senador Delcídio do Amaral (PT) tem agenda de visitas e reuniões políticas neste fim de semana prolongado pelo feriado do Dia do Trabalhador. Ele irá a Maracaju, Corumbá, Anastácio e Glória de Dourados, onde se reúne com lideranças de vários partidos, vistoria obras, discute novos investimentos e participa de festejos.
Em Maracaju, às 10h30 de hoje,sexta-feira, o senador tem encontro com o prefeito Celso Vargas (PTB), e, em seguida, vistoria obras viabilizadas por ele através de emendas ao Orçamento da União. A agenda prevê também um almoço com lideranças políticas e comunitárias e uma reunião com dirigentes e militantes do PT municipal.
No meio da tarde, o senador segue para Corumbá, onde às 18h, participa da solenidade de abertura do II Seminário Regional de Mulheres do PT, promovido pela Secretaria de Mulheres do Partido dos Trabalhadores, na Casa Blanca Eventos. Em seguida, visita os stands e assiste aos shows do Festival América do Sul.
Amanhã, sábado, Delcídio viaja para Glória de Dourados, onde acompanha uma cavalgada com mil cavaleiros e depois almoça com o prefeito Arceno Atas (PSB), vereadores e lideranças comunitárias. À tarde, ele volta a se encontrar com o prefeito na sede da prefeitura para debater projetos de desenvolvimento e encerra a agenda no município participando de reunião com militantes do PT local.
A cidade de Anastácio é a última escala da viagem do senador pelo interior do Estado neste final de semana. Lá, ele tem chegada prevista para as 16h de amanhã, sábado para uma série de reuniões políticas, e, às 21h, participa, ao lado do prefeito Cláudio Valério (PMDB) da IV Festa da Farinha, que integra as comemorações do aniversário de 44 anos do município.
Aquidauana News
Em Maracaju, às 10h30 de hoje,sexta-feira, o senador tem encontro com o prefeito Celso Vargas (PTB), e, em seguida, vistoria obras viabilizadas por ele através de emendas ao Orçamento da União. A agenda prevê também um almoço com lideranças políticas e comunitárias e uma reunião com dirigentes e militantes do PT municipal.
No meio da tarde, o senador segue para Corumbá, onde às 18h, participa da solenidade de abertura do II Seminário Regional de Mulheres do PT, promovido pela Secretaria de Mulheres do Partido dos Trabalhadores, na Casa Blanca Eventos. Em seguida, visita os stands e assiste aos shows do Festival América do Sul.
Amanhã, sábado, Delcídio viaja para Glória de Dourados, onde acompanha uma cavalgada com mil cavaleiros e depois almoça com o prefeito Arceno Atas (PSB), vereadores e lideranças comunitárias. À tarde, ele volta a se encontrar com o prefeito na sede da prefeitura para debater projetos de desenvolvimento e encerra a agenda no município participando de reunião com militantes do PT local.
A cidade de Anastácio é a última escala da viagem do senador pelo interior do Estado neste final de semana. Lá, ele tem chegada prevista para as 16h de amanhã, sábado para uma série de reuniões políticas, e, às 21h, participa, ao lado do prefeito Cláudio Valério (PMDB) da IV Festa da Farinha, que integra as comemorações do aniversário de 44 anos do município.
Aquidauana News
Assinar:
Postagens (Atom)