domingo, 11 de janeiro de 2015

Chinaglia avança após novo indício de cumplicidade entre Eduardo Cunha e doleiro

10/1/2015 14:26
CORREIO DO BRASIL - Por Redação - do Rio de Janeiro

Chinaglia falou a um grupo de parlamentares, em um encontro no Rio
Chinaglia falou a um grupo de parlamentares, em um encontro no Rio

Na corrida à Presidência da Câmara dos Deputados, o parlamentar petista Arlindo Chinaglia (SP) ganha terreno sobre seu principal adversário, Eduardo Cunha, após ter seu nome citado na Operação Lava-Jato, da Polícia Federal (PF) e ser apontado por seu possível envolvimento com o doleiro Lúcio Funaro, condenado no julgamento da Ação Penal (AP) 470, processo conhecido como ‘mensalão’, segundo denúncia do deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ), em seu blog. Segundo o ex-governador fluminense, com esses novos dados sobre possíveis negócios escusos de Cunha, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, “acerta na mosca”.
– Quando fui governador, demiti o Eduardo Cunha por conta de suspeitas graves sobre a gestão de dinheiro público – afirmou Garotinho, em entrevista ao Correio do Brasil e ao site de notícias Conexão Jornalismo, durante reunião de apoio a Chináglia, em um restaurante da Zona Sul do Rio.
Chinaglia foi recebido, no encontro, pelas deputadas Jandira Feghali (PCdoB) e Clarissa Garotinho (PR) entre outros. O deputado chegou com um atraso de três horas.
Na entrevista, Garotinho antecipou razões pelas quais acredita que a candidatura de Cunha foi gravemente atingida por documentos que revelam o envolvimento do parlamentar na Lava-Jato.
Clarissa, a escolhida pelo PR para dar as boas vindas à Chinaglia, arrematou em público: “é inaceitável que um homem envolvido até os fios de cabelo no escândalo Lava-Jato possa pleitear a Presidência da Casa”.
Garotinho disse que a chave para chegar à parte mais sensível da candidatura Cunha tem nome e alguns contatos políticos importantes:
– Eric David Bello foi sócio da corretora de valores mobiliários Turfa, sendo responsável por prejuízos milionários no Rio-Previdência e na Prece, o fundo de previdência da Cedae. Ele é homem ligado a Eduardo Cunha e está envolvido até o último fio de cabelo na Operação Lava Jato. Eric e sua mulher foram conduzidos coercitivamente por policiais até a sede da Polícia Federal no Rio de Janeiro a fim de prestarem esclarecimentos sobre a sua participação no caso – disse o ex-governador.
No seu discurso na Fiorentina, de onde saiu convencido de que levava consigo o apoio de 19 dos 46 parlamentares fluminenses, Chinaglia fez um apelo para que a sociedade se mobilize e impeça a eleição do adversário.
– O eleitor exige exemplo de quem o representa – disse.

Jandira Feghali alertou que estava em jogo mais do que uma disputa pela Presidência:
– Trata-se de uma eleição. Temos que encarar com a seriedade necessária porque não poderemos minimizar esta disputa. Uma derrota poderá colocar em risco o crescimento que o país tem alcançado nos últimos anos, além de comprometer a imagem do Congresso Nacional – disse.
Outros deputados e políticos presentes: o presidente regional do PRB, Eduardo Lopes, Sóstenes Cavalcante, do PSB, Hugo Leal, do PROS, João Batista, presidente do PCdoB, Benedita da Silva, Edson Santos, Jorge Bittar, Fabiano Horta e Chico D’angelo, todos do PT. Jean Wyllys (PSOL), que era aguardado no almoço, alegou problemas de agenda para não comparecer. Mas seu colega de partido, Chico Alencar, também é postulante à Presidência, assim como Julio Delgado e Jair Bolsonaro.
A eleição deverá se realizar em dois turnos e seu término será em 2 de fevereiro.
Possível derrota
Ciente de que a situação, a partir do envolvimento do seu nome no escândalo Lava-Jato, tornou-se nada confortável, Eduardo Cunha já avisou que se transformará no principal opositor do governo Dilma no Congresso caso perca a disputa. Para começar tentará fazer aprovar uma nova investigação sobre a Petrobras. Seria a terceira CPI envolvendo o nome da empresa.
“O depoimento do policial federal conhecido como Careca, que entregava dinheiro de propina a políticos, enviado pelo doleiro Alberto Youssef acusa Eduardo Cunha de ser um dos beneficiários do esquema. Careca teria levado dinheiro na casa do deputado. Mas isso é fichinha perto do depoimento de Youssef que já teve sua delação premiada homologada pelo Supremo Tribunal Federal. A delação do doleiro pode ser o tiro de misericórdia na candidatura de Cunha à presidência da Câmara”, escreveu Garotinho, em seu blog.
– Como podem ver, Cunha e seu grupo agora partem para as ameaças e já admitem uma possível derrota. É uma mudança de postura radical, antes estavam em clima de ‘já ganhou’. Isso demonstra que Eduardo Cunha sentiu o golpe de ter seu nome envolvido entre os supostos beneficiários de propina do Petrolão que o MPF pedirá para serem investigados. E janeiro está só no começo. Até a eleição, no início de fevereiro, ainda teremos muitos rounds nessa disputa – acrescentou, na entrevista.
Eric David Bello foi sócio da corretora de valores mobiliários Turfa, “sendo responsável por prejuízos milionários no Rio-Previdência e na Prece, o fundo de previdência da Cedae”, concluiu.




sábado, 10 de janeiro de 2015

De olho nos votos da oposição, Chinaglia vai a Alckmin



Estratégia de petista é atrair setores da oposição para candidatura dele à Presidência da Câmara dos Deputados. O postulante, entretanto, se disse contrário a uma nova CPI da Petrobras. Encontro acontece na segunda







WILSON DIAS/ABR
Ex-presidente da Casa, parlamentar é opção para barrar planos do peemedebista de se manter à frente do poder
  
O deputado federal Arlindo Chinaglia (PT-SP), que disputa a presidência da Câmara dos Deputados, disse ontem que vai se reunir com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) na próxima segunda (12). O objetivo é tentar criar pontes para garantir votos da oposição e discutir temas de interesse do Estado.

O PSDB apoia a candidatura do deputado Júlio Delgado (PSB-MG). Mas o petista aposta que pode levar votos de tucanos caso a disputa vá para o segundo turno contra o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Chinaglia diz que busca apoio de membros da oposição contando com a redução da temperatura do debate eleitoral.

“A disputa na Câmara dos Deputados, é claro, passa por identidades. Mas não podemos agir na Câmara como se tivéssemos um longo passado pela frente. Essencialmente, tentar trazer para dentro da Câmara aquilo que foi a disputa presidencial ou a disputa eleitoral Brasil a fora”, disse Chinaglia, em almoço com deputados fluminenses de cinco partidos (PT, PR, PCdoB, Pros e PSD) no restaurante La Fiorentina, no Leme, zona sul do Rio.

O deputado disse que Cunha “não conseguiu ser o candidato da oposição”. “Em que pese o esforço, isso não funcionou”, disse ele.

Apesar disso, deu declarações que contrariam interesse da oposição. O petista afirmou que uma nova CPI sobre Petrobras dependeria de “fatos determinados”. Ele disse que o ideal seria esperar o fim das investigações para a criação da comissão.

“Proposta de CPI não pode ser desafio. Propor CPI não tira nem dá credibilidade. Mas se cumprir as exigências regimentais, tem que instaurar”, disse Chinaglia.
 Eduardo Cunha
Cunha defendeu na quinta (8) que o PMDB assine a proposta de nova CPI. A declaração foi dada após a divulgação do depoimento do policial federal Jayme Alves de Oliveira Filho, o “Careca”, em que seu nome é citado como destino de dinheiro repassado pelo doleiro Alberto Youssef.
Chinaglia não quis comentar as citações a Eduardo Cunha em depoimentos da operação Lava-Jato. Ele afirmou que o peemedebista “lançou dúvidas” à sua campanha e à de Delgado ao atribuir o vazamento de informações a adversários na disputa pela presidência da Câmara.

“Não minimizo os depoimentos. Se o depoente de uma delação premiada não prova o que está falando, não tem redução de pena”, disse o petista, que não quis comentar a situação de Cunha. (das agências de notícias).

Números

70 deputados terá o PT de Chinaglia no dia da eleição, em 1º de fevereiro

66 parlamentares será o tamanho do PMDB de Cunha. O PSDB tem 54



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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015


brasil247.com 07 Janeiro de 2015 - 08:40

 
 
Citado como beneficiado do esquema de Alberto Youssef, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), favorito para assumir a presidência da Câmara dos Deputados, será alvo de uma investigação pedida pelo Ministério Público Federal ao STF (Supremo Tribunal Federal). Na primeira semana de fevereiro, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve apresentar denúncias contra os envolvidos no esquema com foro privilegiado. Cunha é suspeito de ter recebido dinheiro pelo policial federal Jayme Alves de Oliveira Filho, conhecido como "Careca". Ele nega irregularidades e se diz “absolutamente tranquilo” quanto às investigações. Outro parlamentar citado no caso, o atual presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), deverá se livrar das investigações.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Câmara desembolsará R$ 150 mil para pagar "deputados de 30 dias".

Brasil - Suplentes de deputados, que estão tomando posse com o afastamento do titular do mandato, vão gerar gastos de até R$ 150 mil. Esse é o valor estimado que a Câmara vai desembolsar neste mês com os "deputados de 30 dias".

De acordo com a Agência Brasil, na maior parte desses casos, o titular foi eleito para cargos executivos, como governador ou vice-governador, ou tomou posse como secretário ou ministro de Estado. Do dia 30 de dezembro até as 17h de hoje (6), tomaram posse para um mandato de 30 dias exatamente 30 suplentes de deputados. Como o Congresso Nacional está em recesso, os novos deputados não terão atividades no Parlamento.

Muitos deles já assumiram antes o mandato, com o afastamento temporário do titular, e agora estão sendo efetivados no cargo, que ocuparão até o dia 31, quando se encerra a atual legislatura. Outros assumem pela primeira vez. Segundo a reportagem, dos 30 suplentes que tomaram posse do final de dezembro até hoje, seis foram eleitos em outubro deputados federais. Com isso, além da posse para 30 dias de mandato, no dia 1º de fevereiro, eles serão empossados para quatro anos de atividade parlamentar. No dia 30 de dezembro, dois suplentes assumiram como titulares; no dia 31, mais três; no dia 1º de janeiro, dez; no dia 2, nove; no dia 5, um; e hoje mais cinco.
Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, sinaliza aumento de impostos.

Salário + auxilio moradia + cotão + verba de gabinete.


Pelos 30 dias de mandato, eles vão receber salário bruto de R$ 26.723,13 (líquido em torno de R$ 22 mil); auxilio moradia de R$ 3,8 mil (cerca de R$ 2,5 mil caso seja feito depósito em conta); e o chamado cotão (verba paga como ressarcimento de despesas). O cotão varia de acordo com o estado de origem do deputado, uma vez que nele estão incluídas verbas de passagens aéreas. O maior valor é R$ 41,6 mil e é pago a deputados de Roraima. O menor, R$ 27,9 mil, cabe aos eleitos pelo Distrito Federal.

Os novos deputados têm ainda à disposição a verba de gabinete, destinada ao pagamento de assessores parlamentares, no valor de R$ 78 mil. Com ela, podem ser contratados até 25 assessores, com salários que variam de R$ 1,5 mil a R$ 9 mil e que, muitas vezes, trabalham no estado do deputado.

Mais suplentes poderão assumir como deputados federais.

No decorrer deste mês, outros suplentes poderão assumir como deputados federais, caso os titulares deixem os cargos, e aí vão receber salários e verbas proporcionais aos dias de efetivo mandato, de acordo com informações da Agência Brasil.

Patrus Ananias quer ampliar os mecanismos de democracia participativa.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014



Matérias como a regulamentação da PEC das Domésticas devem ficar para 2015


Agência Brasil


A uma semana do recesso parlamentar que começa oficialmente no dia 23 de dezembro, projetos importantes para a sociedade foram incluídos na pauta da Câmara. Apesar de colocar em votação matérias como a regulamentação da profissão das domésticas (PLC 302-A/13) e o Estatuto do Portador de Deficiência (PL 7.699/06), a chance de esses textos avançarem são remotas.
Além do pouco tempo, a prioridade estará voltada para o orçamento de 2015 e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Orçamento Impositivo e, como muitos parlamentares não foram reeleitos, a semana deve ficar mais esvaziada e será difícil alcançar o número de necessário para as sessões agendadas.
A regulamentação da proposta que ficou conhecida como PEC das Domésticas é esperada há mais de um ano pela categoria. O texto básico que assegura a extensão dos direitos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) foi promulgado em abril de 2013, mas ainda depende de algumas regras, como a multa de 40% em caso de demissão sem justa causa e as mudanças no pagamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Esse complemento que assegura muitos dos direitos previstos na PEC ficou parado por mais de oito meses na Câmara. Mesmo com a tentativa de votá-la, a proposta só deve ser concluída na próxima legislatura, a partir de 1º de fevereiro de 2015. 
Os deputados também tentarão votar o projeto de lei que altera artigos do Código de Processo Penal, que estabelece as regras mais rigorosas para a apuração de mortes e lesões corporais decorrentes da ação policial, justificadas como auto de resistência. O tema ganhou destaque na semana passada, por estar na lista de recomendações do relatório final da Comissão Nacional da Verdade (CNV). No texto, o grupo destacou que “a prática de detenções ilegais e arbitrárias, tortura, execuções, desaparecimentos forçados e mesmo de ocultação de cadáveres não é estranha à realidade brasileira contemporânea”.
Na última semana, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, tentou negociar a votação da proposta com líderes na Casa, mas os parlamentares ainda precisam votar um requerimento de urgência previsto para esta semana no plenário para que o projeto tenha alguma chance de ser votado nesta legislatura.
As votações previstas para a última semana de trabalho antes do recesso incluem outras propostas de apelo popular, como os projetos de Lei 7.699/06, que institui o Estatuto do Portador de Deficiência, e a continuação da votação de emendas apresentadas ao PL 4.246-C/12, que ficou conhecido como Lei Geral dos Caminhoneiros.
Outro obstáculo para o avanço dessas matérias é que a pauta está trancada pelo PL 7.735/14, que altera a legislação sobre pesquisa científica e exploração do patrimônio genético de plantas e animais nativos, e pela Medida Provisória (MP 655/14) que abre crédito extraordinário para operações oficiais de crédito.
Tags: câmara, deficiências, deputados, fim de ano, pautas, recesso

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Câmara cassa o mandato do deputado federal André Vargas

Parlamentar é suspeito de envolvimento com o doleiro Alberto Youssef.
Vargas foi cassado por 359 votos a favor, um contra e seis abstenções.

Fernanda Calgaro 
O deputado André Vargas discursa no plenário da Câmara em 2 de abril (Foto: Laycer Tomaz / Câmara dos Deputados)O deputado André Vargas não compareceu à sessão
da Câmara que cassou o seu mandato.
(Foto: Laycer Tomaz / Câmara dos Deputados)

A Câmara dos Deputados cassou nesta quarta-feira (10) o mandato do deputado federal André Vargas (sem partido-PR) por quebra de decoro parlamentar. Ele é suspeito de envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, acusado de comandar um esquema de corrupção que atuava na Petrobras.
A votação que cassou o mandato do parlamentar do Paraná foi aberta. O placar eletrônico do plenário da Câmara registrou 359 votos favoráveis pela cassação e somente um contrário – o do deputado José Airton (PT-CE) –, além de seis abstenções. Para que Vargas perdesse o mandato, era necessário que, ao menos, 257 deputados votassem a favor da cassação.
Com a cassação aprovada, Vargas poderá ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa, que o deixa inelegível por oito anos. Ex-deputado do PT, ele tentou postergar ao máximo a conclusão do processo político no Congresso. Como não se reelegeu, Vargas deixará a Câmara ao final desta legislatura.
A maioria dos partidos com representação na Câmara, incluindo o PT, orientou suas bancadas a votar pela perda do mandato do ex-deputado petista. Somente os líderes de PMN e PEN optaram por liberar os parlamentares para que votassem como quisessem.
Vargas não compareceu à sessão desta quarta-feira, apesar de, no mês passado, ter dispensado seu advogado, optando por fazer pessoalmente sua defesa. À Câmara, disse que não poderia ir ao Legislativo se autodefender por não ter condições de falar.
No entanto, ele conversou duas vezes nesta quarta-feira, por telefone, com a reportagem do G1. “Não irei de forma alguma a Brasília. Minha licença expira só hoje [quarta] à noite”, ressaltou Vargas na primeira ligação.
Ao final da votação, Vargas afirmou ao G1, por telefone, que não acompanhou a sessão porque está internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Ele não quis informar o motivo da internação.
"Não estou [acompanhando a votação] porque estou internado no hospital Albert Einstein. Eu não estou acompanhando pela TV", declarou.
Em seguida, ele foi informado pela reportagem que a cassação de seu mandato tinha acabado de ser aprovada.
"Quanto foi o placar?", questionou.
Ao ser indagado sobre as medidas que pretendia tomar diante da cassação, o deputado se limitou a dizer. "Eu não vou comentar, eu não vou comentar."
O hospital Albert Einstein confirmou a internação, mas informou que, a pedido do paciente, não daria informações sobre o estado de saúde.
Cirurgia
Na noite da última segunda-feira (8), o agora deputado cassado chegou a protocolar um recurso na Câmara pedindo o adiamento da sessão que agendada para analisar seu processo de quebra de decoro.

No ofício, alegou que, devido à recuperação da cirurgia odontológica realizada na semana passada, não poderia se defender no plenário, já que estava sem condições de falar.
Vargas chegou a enviar na segunda-feira um atestado médico comprovando a realização da cirurgia. Na ocasião, solicitou uma licença médica até esta quarta-feira.
Para comprovar a realização do procedimento cirúrgico, a assessoria de Vargas enviou fotos da arcada dentária do deputado com um dente extraído. No entanto, o pedido de adiamento foi negado pela direção da Câmara sob o argumento de que o regimento interno exige, nesses casos, a indicação de uma junta médica para examinar o parlamentar.
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terça-feira, 2 de dezembro de 2014



Senador Vital do Rêgo é aprovado pela Comissão do Senado para ministro do TCU

Nome ainda precisa ser aprovado pelos plenários do Senado e da Câmara.
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou a indicação do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) para o cargo de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).
No entanto, o nome do senador ainda precisa ser aprovado pelos plenários do Senado e da Câmara, para que ele ocupe o cargo.
Presidente das duas CPIs que investigam a Petrobrás, Vital herdará a relatoria dos processos de investigação da estatal no tribunal.
 
 
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