* O novo presidente do Conselho de Ética do Senado, Leomar Quintanilha, responde a inquérito no STF por corrupção e crítica a lei contra o trabalho escravo.
(O GLOBO - SINOPSE RADIOBRÁS)
* Com base em um recibo e em perícia apontando fraudes em quatro licitações, o Ministério Público Federal acusa o novo presidente do Conselho de Ética do Senado, Leomar Quintanilha (PMDB-TO), de receber propina em troca de emendas ao Orçamento destinadas a obras em 1998.
O alvo de investigação da Procuradoria são três emendas do senador, do ano de 1998, que somam R$ 280 mil.
(.Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás.)
sexta-feira, 29 de junho de 2007
quinta-feira, 28 de junho de 2007
Parlamento custa ao Brasil R$ 11.545,04 por minuto.
Levantamento da ONG Transparência Internacional revelou que o orçamento de R$ 10 bilhões do Congresso brasileiro só perde, no mundo, para o dos EUA.
O Parlamento custa ao Brasil R$ 11.545,04 por minuto.
(JORNAL DO BRASIL - SINOPSE RADIOBRÁS)
O Parlamento custa ao Brasil R$ 11.545,04 por minuto.
(JORNAL DO BRASIL - SINOPSE RADIOBRÁS)
terça-feira, 26 de junho de 2007
ROMEU TUMA ABRIRÁ PROCESSO NO CONSELHO DE ÉTICA CONTRA SENADOR JOAQUIM RORIZ
A Corregedoria do Senado vai iniciar uma investigação sobre o senador Joaquim Roriz (PMDB-DF), que foi flagrado numa gravação da Polícia Civil de Brasília negociando com seu ex-assessor Tarcísio Franklin de Moura, uma divisão de dinheiro no escritório do dono da Gol, Nenê Constantino.
O corregedor Romeu Tuma (DEM-SP) disse que abrirá o procedimento na quarta-feira.
O PSOL decidirá hoje se apresenta representação no Conselho de Ética contra Roriz.
(O GLOBO - SINOPSE RADIOBRÁS
O corregedor Romeu Tuma (DEM-SP) disse que abrirá o procedimento na quarta-feira.
O PSOL decidirá hoje se apresenta representação no Conselho de Ética contra Roriz.
(O GLOBO - SINOPSE RADIOBRÁS
segunda-feira, 25 de junho de 2007
CASSAÇÃO DO MANDATO DO SENADOR JOAQUIM RORIZ VAI SER PROPOSTA PELO PSOL
* O PSOL decidiu que vai entrar no Conselho de Ética do Senado nesta semana com pedido de cassação do mandato do senador Joaquim Roriz (PMDB-DF), por suposto envolvimento em esquema de desvio de dinheiro do Banco de Brasília (BRB).
O corregedor do Senado, Romeu Tuma (DEM-SP), vai requisitar ao Ministério Público e à Polícia Civil do Distrito Federal as fitas com gravações telefônicas e dados da Operação Aquarela, que apontam um desvio de R$ 50 milhões do BRB.
(Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
O corregedor do Senado, Romeu Tuma (DEM-SP), vai requisitar ao Ministério Público e à Polícia Civil do Distrito Federal as fitas com gravações telefônicas e dados da Operação Aquarela, que apontam um desvio de R$ 50 milhões do BRB.
(Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
sábado, 23 de junho de 2007
SENADORES AINDA NÃO DISPÔEM DE ELEMENTOS SUFICIENTES PARA A CASSAÇÃO DE RENAN
* Apesar do agravamento do caso e das divergências apontadas pela perícia da Polícia Federal nos papéis que sustentariam a versão da venda de gado, nenhum senador hoje avalia que já há elementos suficientes para a cassação do mandato do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
(.Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás.)
(.Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás.)
sexta-feira, 22 de junho de 2007
SENADOR MERCADANTE DIZ QUE RENAN GANHA QUALQUER VOTAÇÃO SECRETA
* Atropelado pela contabilidade da boiada, posta sob suspeita pela PF, Renan Calheiros (PMDB-AL) - ao lado dos fiéis escudeiros Romero Jucá (PMDB-RR) e Ideli Salvatti (PT-SC) - reclamou da imprensa e de senadores que não levariam em conta sua defesa.
"Esse processo é esquizofrênico", disse.
Depois de duas derrotas seguidas no Conselho de Ética, Renan e aliados apostam agora em um processo demorado e na absolvição no plenário da Casa.
"Ele ganha qualquer votação secreta", avalia Aloizio Mercadante (PT-SP).
(Correio Brasiliense - Sinopse Radiobrás)
* A suspensão dos trabalhos da Comissão de Ética do Senado, por falta de relator, tornou mais indefinida a situação do presidente da Casa, Renan Calheiros.
O senador chamou o processo de "esquizofrênico" e reafirmou que não renunciará. Mas há articulação para levar a investigação para o âmbito do STF.
(.Jornal do Brasil - Sinopse Radiobrás.)
* O senador Renan Calheiros disse ontem que, apesar da pressão, não vai renunciar à presidência do Congresso.
"Estou sendo vítima de um processo esquizofrênico", alegou.
Calheiros é acusado de ter contas pessoais pagas por lobista de empreiteira. Ele avisou que não vai "arredar o pé" do cargo e diz não ver risco à instituição que preside.
Sua tropa de choque mudou de tática: a idéia agora é prolongar o processo, apostando que o escândalo será esquecido.
(Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
* Senadores reagiram ontem a ameaças veladas feitas nos bastidores pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), azedando ainda mais o clima na Casa.
Na tentativa de enterrar o processo que tramita contra ele no Conselho de Ética, Renan ameaçou revelar fatos incômodos para colegas (...).
(.Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás.)
"Esse processo é esquizofrênico", disse.
Depois de duas derrotas seguidas no Conselho de Ética, Renan e aliados apostam agora em um processo demorado e na absolvição no plenário da Casa.
"Ele ganha qualquer votação secreta", avalia Aloizio Mercadante (PT-SP).
(Correio Brasiliense - Sinopse Radiobrás)
* A suspensão dos trabalhos da Comissão de Ética do Senado, por falta de relator, tornou mais indefinida a situação do presidente da Casa, Renan Calheiros.
O senador chamou o processo de "esquizofrênico" e reafirmou que não renunciará. Mas há articulação para levar a investigação para o âmbito do STF.
(.Jornal do Brasil - Sinopse Radiobrás.)
* O senador Renan Calheiros disse ontem que, apesar da pressão, não vai renunciar à presidência do Congresso.
"Estou sendo vítima de um processo esquizofrênico", alegou.
Calheiros é acusado de ter contas pessoais pagas por lobista de empreiteira. Ele avisou que não vai "arredar o pé" do cargo e diz não ver risco à instituição que preside.
Sua tropa de choque mudou de tática: a idéia agora é prolongar o processo, apostando que o escândalo será esquecido.
(Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
* Senadores reagiram ontem a ameaças veladas feitas nos bastidores pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), azedando ainda mais o clima na Casa.
Na tentativa de enterrar o processo que tramita contra ele no Conselho de Ética, Renan ameaçou revelar fatos incômodos para colegas (...).
(.Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás.)
quinta-feira, 21 de junho de 2007
SENADOR RENAN CALHEIROS JÁ RESPONDE A PROCESSO DE CASSAÇÃO
* A quarta-feira acabou mal para o presidente do Senado, Renan Calheiros.
Surpreendido pela Polícia Federal, que não atestou a veracidade dos documentos de defesa, o senador viu a Comissão de Ética adiar a votação do parecer sobre seu caso.
A decisão levou o relator, aliado, a renunciar.
No Congresso, cresce a pressão pela renuncia.
(.Jornal do Brasil - Sinopse Radiobrás.)
* Laudo da PF complica atuação de Renan
O Conselho de Ética do Senado se recusou a votar o arquivamento do processo contra Renan Calheiros (PMDB-AL), alegando haver dúvidas sobre a veracidade dos documentos apresentados pela defesa.
Perícia da PF questiona a maioria dos papéis encaminhados pelo peemedebista para comprovar a venda de gado.
Senadores exigiram a ida dele ao conselho.
Abandonado pelo Palácio do Planalto e por parte dos senadores aliados e oposicionistas com os quais ele mantém boa relação pessoal, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), jogou duro nos bastidores ontem.
Ameaçou revelar fatos incômodos para colegas e paralisar a articulação política do governo.
(.Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás.)
- O Conselho de Ética do Senado adiou ontem, pela terceira vez, a votação do relatório sobre o processo por quebra de decoro parlamentar contra o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL).
Foi mais uma derrota dele, o que o levou a ceder á pressão da oposição e dos próprios aliados e aceitar fazer depoimento hoje no conselho, para "dar suas explicações".
Com base em laudo da Polícia Federal, que considerou inconclusiva perícia feita nos documentos apresentados por Renan para comprovar que suas despesas pessoais foram pagas com recursos próprios, dez senadores pediram, logo na abertura da sessão, o adiamento da votação.
"Renúncia não existe no meu dicionário. Sou um homem de luta, forjado na luta", declarou ontem o senador. (Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
(O GLOBO - SINOPSE RADIOBRÁS)
* Renan já responde a processo de cassação
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que há quase um mês tenta provar que usou recursos próprios, e não de uma empreiteira, para pagar pensão à jornalista Mônica Veloso, com quem teve uma filha, sofreu mais uma derrota ontem.
O Conselho de Ética do Senado não arquivou o caso, como queria Renan, e ainda decidiu ampliar o prazo de investigação até que a Polícia Federal conclua definitivamente a perícia sobre a documentação apresentada pelo senador.
O processo de cassação do mandato de Renan já está aberto, e ele não poderá mais renunciar ao mandato para escapar da perda dos seus direitos políticos.
Esse direito só será preservado se ele for, ao fim absolvido.
O presidente do Senado foi obrigado a concordar com o prosseguimento das investigações ao ver que não teria maioria no Conselho.
O senador Wellington Salgado (PMDB-MG) não durou nem 24 horas como relator do caso.
Ardoroso defensor de Renan, renunciou ontem mesmo ao cargo.
(O GLOBO - SINOPSE RADIOBRÁS)
Surpreendido pela Polícia Federal, que não atestou a veracidade dos documentos de defesa, o senador viu a Comissão de Ética adiar a votação do parecer sobre seu caso.
A decisão levou o relator, aliado, a renunciar.
No Congresso, cresce a pressão pela renuncia.
(.Jornal do Brasil - Sinopse Radiobrás.)
* Laudo da PF complica atuação de Renan
O Conselho de Ética do Senado se recusou a votar o arquivamento do processo contra Renan Calheiros (PMDB-AL), alegando haver dúvidas sobre a veracidade dos documentos apresentados pela defesa.
Perícia da PF questiona a maioria dos papéis encaminhados pelo peemedebista para comprovar a venda de gado.
Senadores exigiram a ida dele ao conselho.
Abandonado pelo Palácio do Planalto e por parte dos senadores aliados e oposicionistas com os quais ele mantém boa relação pessoal, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), jogou duro nos bastidores ontem.
Ameaçou revelar fatos incômodos para colegas e paralisar a articulação política do governo.
(.Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás.)
- O Conselho de Ética do Senado adiou ontem, pela terceira vez, a votação do relatório sobre o processo por quebra de decoro parlamentar contra o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL).
Foi mais uma derrota dele, o que o levou a ceder á pressão da oposição e dos próprios aliados e aceitar fazer depoimento hoje no conselho, para "dar suas explicações".
Com base em laudo da Polícia Federal, que considerou inconclusiva perícia feita nos documentos apresentados por Renan para comprovar que suas despesas pessoais foram pagas com recursos próprios, dez senadores pediram, logo na abertura da sessão, o adiamento da votação.
"Renúncia não existe no meu dicionário. Sou um homem de luta, forjado na luta", declarou ontem o senador. (Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)
(O GLOBO - SINOPSE RADIOBRÁS)
* Renan já responde a processo de cassação
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que há quase um mês tenta provar que usou recursos próprios, e não de uma empreiteira, para pagar pensão à jornalista Mônica Veloso, com quem teve uma filha, sofreu mais uma derrota ontem.
O Conselho de Ética do Senado não arquivou o caso, como queria Renan, e ainda decidiu ampliar o prazo de investigação até que a Polícia Federal conclua definitivamente a perícia sobre a documentação apresentada pelo senador.
O processo de cassação do mandato de Renan já está aberto, e ele não poderá mais renunciar ao mandato para escapar da perda dos seus direitos políticos.
Esse direito só será preservado se ele for, ao fim absolvido.
O presidente do Senado foi obrigado a concordar com o prosseguimento das investigações ao ver que não teria maioria no Conselho.
O senador Wellington Salgado (PMDB-MG) não durou nem 24 horas como relator do caso.
Ardoroso defensor de Renan, renunciou ontem mesmo ao cargo.
(O GLOBO - SINOPSE RADIOBRÁS)
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