sábado, 8 de setembro de 2007

Gverno acredita que, para conseguir a renovação da CPMF, é conveniente a permanência de Renan Calheiros na presidência do Senado

* Integrantes da equipe econômica do governo têm defendido a tese de que, para conseguir a renovação da CPMF, o melhor é a permanência de Renan Calheiros (PMDB-AL) na presidência do Senado.

Eles temem que uma eventual renúncia do senador ao cargo crie uma sucessão tumultuada que atrasaria a votação sobre o tributo.

Para ser prorrogada até 2001, como deseja o governo, a CPMF precisa ser aprovada em dois turnos por três quintos do Senado e três quintos da Câmara.

"De falta de apoio (do governo) o Renan não pode se queixar", diz um ministro.

(O Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Planalto trabalha para salvar Renan

* O governo age nos bastidores para evitar a cassação do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), informa Kennedy Alencar.

O ministro Walfrido dos Mares Guia, a líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (SC), e o líder do governo na Casa, Romero Jucá (PMDB-RR), têm procurado aliados para dizer que a cassação não interessa ao governo.

(Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás)


O Conselho de Ética e a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovam relatório pela cassação de Renan Calheiros

* Votação secreta em plenário deve ocorrer na próxima semana.

(Valor Econômico - Sinopse Radiobrás)


* O advogado Bruno Lins complicou ainda mais a situação de Renan Calheiros ao reafirmar à Polícia Federal que o senador é beneficiário do esquema de propinas pagas por um banco.

(Jornal do Brasil - Sinopse Radiobrás)


Renan Calheiros (PMDB-AL), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse em entrevista a nove emissoras de rádio, na manhã de ontem, não ver "possibilidade" de o PMDB ou o próprio Renan misturarem o processo de cassação que o senador responde com as votações no Congresso.

Também disse que se trata de duas coisas diferentes: uma é um problema do presidente do Congresso, acusado de ter despesas pessoais pagas por um lobista de empreiteira, entre outros supostos delitos.

Outra, segundo Lula, é um problema nacional, de políticas que precisam ser votadas.

(Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás)


* As bancadas peemedebistas na Câmara e no Senado estão pressionando o governo a salvar o mandato do senador Renan Calheiros (PMDB-AL).

Em troca, eles acenam com a aprovação da lei que prorroga a CPMF e garante R$ 39 bilhões de arrecadação anual. Ontem o PSOL protocolou mais uma queixa contra Renan na Mesa Diretora do Senado - é a quarta apresentada contra ele.

(O Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)


* Notas e Informações

Ninguém ignora que o desfecho que o presidente Lula deseja para a crise causada pelo caso Renan Calheiros é José Sarney de novo na presidência do Senado.

(O Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)


* Senadores como o petista Delcídio Amaral protestaram contra a realização de sessão secreta para votar a cassação do mandato de Renan Calheiros.

Apesar de a regra ser regimental, Delcídio deve apresentar requerimento para abrir a sessão, mantendo só o voto secreto, como manda a Constituição.

(O Globo - Sinopse Radiobrás)


- "Traidores" podem decidir o caso Renan.

(Jornal do Commércio (PE) - Sinopse Radiobrás

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Cassação ou não de Renan só depende do plenário

* Por 11 votos a 4, o Conselho de Ética aprovou ontem o relatório que atesta a quebra de decoro e aponta oito razões pelas quais o presidente do Congresso, Renan Calheiros, deve ser cassado. Foi a maior derrota imposta a Renan desde o início do processo que ameaça sepultar sua carreira política.

Diante de placar tão elástico, aliados do senador nem esboçaram reação na Comissão de Constituição e Justiça, onde pretendiam alegar suposta inconstitucionalidade nos procedimentos do conselho.

Na CCJ, perderam por 20 x 1.

Mas, pelo menos num ponto, tudo saiu conforme o planejado por Calheiros: a rapidez para decidir logo o caso no plenário, o que deve ocorrer na quarta-feira.

Como a votação é secreta, Renan espera escapar da cassação. Inclusive com o voto da maioria da bancada do PT e de opositores que, longe dos olhos da sociedade, não se importariam com mais esse desgaste imposto ao Senado.

(Correio Brasiliense - Sinopse Radiobrás)


* Renan perto da cassação

-Após três meses de denúncias e manobras, o Conselho de Ética aprovou, por 11 votos a 4, a cassação do presidente do Senado, decisão mantida pela CCJ. Julgamento final será do plenário, quarta-feira.

(Jornal do Commércio (PE) - Sinopse Radiobrás)


* Mandato de Renan está nas mãos do governo

* O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), não conseguiu livrar-se do processo de cassação.

Em votação aberta, foi derrotado por 11 a 4 no Conselho de Ética e, para escapar no plenário da perda do mandato e dos direitos políticos por oito anos, agora precisa, mais do que nunca, da solidariedade dos partidos que integram a coalizão governista, que detêm maioria apertada na Casa.

A votação, por voto fechado, será na terça ou na quarta-feira. Em entrevista a Boris Casoy, o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) revelou que o resultado da votação no plenário é imprevisível.

(Jornal do Brasil - Sinopse Radiobrás)


* Derrotado no Conselho de Ética e na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), intensificou ontem campanha para salvar seu mandato no plenário, cobrando solidariedade da coalizão governista.

(Gazeta Mercantil - Sinopse Radiobrás)


* Conselho recomenda cassar Renan

* O Conselho de Ética do Senado aprovou por 11 votos a 4, em votação aberta, a cassação do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB AL).

O senador, que deve ser julgado no plenário na próxima quarta, é acusado de ter despesas pessoais pagas por lobista de empreiteira e de usar laranjas para adquirir empresas de comunicação.

(Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás)


* Derrotado, Renan tenta sessão secreta para evitar a cassação

* Após ser derrotado por 11 votos a 4 no Conselho de Ética, que aprovou ontem relatório pedindo a cassação de seu mandato, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), adotou uma estratégia ousada, propondo sessão totalmente secreta (inclusive os debates) no plenário, a avaliação é de que Renan teria o apoio de 46 dos 81 senadores, livrando-se da cassação.

Os três senadores do PT que integram o Conselho de Ética votaram pela perda do mandato, tendência que pode se repetir no plenário, segundo o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), Renan e sua tropa de choque já estão em campo para cobrar fidelidade do partido do presidente Lula. "O PT tem que responder com lealdade", disse o senador Gilvam Borges (PMDB-AP).

A tática do medo, lembrando que se Renan permanecer na presidência muitos dependerão dele, e as ameaças ao governo estão entre as armas de Renan para a batalha final, depois de enfrentar mais de três meses de denúncias de corrupção.

O Globo - Sinopse Radiobrás)


* O Conselho de Ética e a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovam relatório pela cassação de Renan Calheiros. Votação secreta em plenário deve ocorrer na próxima semana.

(Valor Econômico - Sinopse Radiobrás)


* Renan sofre derrota e enfrenta o plenário

* O Conselho de Ética do Senado aprovou ontem, por 11 votos a 4, o relatório que pede a cassação do mandato do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), por quebra de decoro parlamentar, no processo em que é acusado de usar recursos de uma empreiteira para pagar pensão à jornalista Mônica Veloso, com quem tem uma filha.

Foi uma dura derrota para Renan, que antes da votação havia afirmado estar convicto da absolvição.

O largo placar, sua repercussão na opinião pública e o fato de a bancada do PT no conselho ter votado a favor da cassação deixaram a oposição mais confiante de que a perda de mandato poderá ser confirmada no plenário, onde o voto será secreto e a vitória de Renan era antes dada como certa.

(Estado de Minas - Sinopse Radiobrás)

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Conselho de Ética do Senado vota hoje os relatórios pró e contra a cassação do mandato do senador Renan Calheiros (PMDB-AL)

* O senador Renan Calheiros dá como certa sua derrota hoje no Conselho de Ética e já prepara a tática para salvar o mandato no plenário: tentará convencer os aliados a esvaziarem a votação.

(Jornal do Brasil - Sinopse Radiobrás)

* O parecer que pede a cassação do mandato do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), vai a votação hoje no Conselho de Ética e deve ser aprovado.

A expectativa é de que se repita o placar de 10 a 5 da semana passada, quando o colegiado decidiu que o voto será aberto.

Se for aprovado, o processo será encaminhado ao plenário, onde o voto é secreto e Renan espera que a denúncia seja arquivada.

(O Estado de São Paulo - Sinopse Radiobrás)

* Caso seja aprovado hoje o relatório recomendando a cassação de Calheiros, aliados vão correr para fazer logo a votação em plenário.

Estão certos de que, no voto secreto, longe dos olhos da sociedade, será possível salvá-lo.

O surgimento de novas denúncias, a cada semana, complica o senador.

Seus escudeiros temem que a situação chegue a um ponto em que se torne impossível livrá-lo da perda do mandato.

(Correio Brasiliense - Sinopse Radiobrás)


* N véspera do julgamento do pedido de cassação de seu mandato no Conselho de Ética, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), negou ontem, em discurso no plenário, as acusações dos três processos contra ele e atacou a decisão de que a votação de hoje seja aberta.

Segundo Renan, a Constituição assegura o voto secreto nesse tipo de procedimento e afirmou que seu direito está sendo esmagado, "em nome da continuidade do linchamento"

.(Estado de Minas - Sinopse Radiobrás)

* O Conselho de Ética do Senado vota hoje os relatórios pró e contra a cassação do mandato do senador Renan Calheiros (PMDB-AL).

A tendência é de aprovação da cassação, o que levará o processo a votação em plenário talvez já na semana que vem.

(O Globo - Sinopse Radiobrás)

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Os dez parlamentares mais influentes do Congresso

Sábado, 1 de Setembro de 2007

“Cabeças” elegem os dez parlamentares mais influentes do Congresso

Por Antônio Augusto de Queiroz*

O DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) acaba de concluir a pesquisa que identifica os dez parlamentares mais influentes do Congresso Nacional, segundo opinião dos próprios deputados e senadores. Todos os anos, após divulgar a lista dos 100 “Cabeças”, o DIAP faz a pesquisa para a escolha dos dez parlamentares que integram a elite do Legislativo. Dos 100, 88 responderam à enquete e elegeram os seguintes congressistas como os dez mais influentes do Poder Legislativo em 2007.
1º lugar - deputado Arlindo Chinaglia (PT/SP), atual presidente da Câmara, com 56 votos;

2º lugar - deputado José Múcio Monteiro (PTB/PE), atual líder do Governo na Câmara, com 39 votos;

3º lugar - senador Artur Virgilio (AM), líder do PSDB no Senado, com 38 votos;

4º lugar - senador José Sarney (PMDB/AP), ex-presidente da República e do Senado Federal, com 34 votos;

5º lugar – deputado Ciro Gomes (PSB/CE), estreante no Congresso, com 27 votos;

6º lugar – senador José Agripino Maia (RN), líder do DEM no Senado, com 27 votos;

7º lugar – deputado Antônio Carlos Panunnzio (SP), atual líder do PSDB na Câmara, com 26 votos;

8º lugar – senador Tasso Jereissati (CE), presidente nacional do PSDB, com 21 votos;

9º lugar – deputado Henrique Fontana (PT/RS), vice-líder do Governo na Câmara, com 20 votos;

10º lugar – deputado Onyx Lorenzoni (RS), líder do DEM na Câmara dos Deputados, com 20 votos.

O resultado da pesquisa fornece algumas pistas importantes sobre critérios para a escolha dos deputados e senadores mais influentes.

A primeira é que o aspecto institucional possui peso decisivo, tanto que somente dois dos eleitos não exercem cargos na estrutura da Casa ou nas lideranças dos partidos.

A segunda é que, apesar da Câmara possuir seis vezes mais parlamentares do que o Senado, os parlamentares procuram equilibrar seus votos entre deputados e senadores.

A terceira é que a oposição, mesmo sendo numericamente inferior, elegeu cinco dos dez parlamentares mais influentes.

A sexta é que ideologicamente foram eleitos apenas dois de esquerda (Chinaglia e Fontana), um de centro-esquerda (Ciro Gomes) e os demais ao centro e à centro –direita do espectro político.

A sétima é que há heterogeneidade do ponto de vista profissional, com três empresários, três médicos, sendo um médico-veterinário, dois engenheiros, um advogado e um diplomata.

A quarta é que, regionalmente, o Nordeste teve a melhor performance, com a eleição de quatro dos dez. As regiões Norte, Sul e Sudeste elegeram dois cada, sendo que o Rio Grande do Sul e São Paulo concentraram os eleitos das regiões a que pertencem.

A quinta é que do ponto de vista partidário, o melhor desempenho individual coube ao PSDB, partido de oposição, que elegeu três dos dez mais influentes; seguidos do PT e DEM com dois cada, e do PTB, PMDB e PSB, com um cada.

Logo abaixo dos dez, com votação expressiva, está um grupo de parlamentares com elevado grau de influência, como o deputado Michel Temer (SP), presidente do PMDB, em 11º lugar; Aloizio Mercadante (PT/SP), em 12º; o senador Renan Calheiros (PMDB/AL), presidente do Senado, em 13º; o deputado Fernando Gabeira (PV/RJ), em 14º; o deputado José Carlos Aleluia (DEM/BA), em 15º; o deputado Rodrigo Maia (RJ), presidente do DEM, em 16º; o deputado Henrique Alves (RN), líder do PMDB na Câmara, em 17º; a senadora Ideli Salvatti (SC), líder do PT no Senado, em 18º; o senador Pedro Simon (PMDB/RS), em 19º; deputado Miro Teixeira (RJ), líder do PDT na Câmara, em 20º; o senador Romero Jucá (PMDB/RR), líder do Governo no Senado, em 21º.

O resultado da pesquisa, como se vê, permite muitas interpretações, inclusive do ponto de vista conjuntural, político e reputacional. Na pagina do DIAP na internet, o leitor encontrará a lista completa com o voto dos parlamentares que foram citados como influentes na pesquisa entre os “Cabeças”.

O DIAP considerou como critério de desempate a ordem alfabética. Isto significa que os parlamentares que estão em 6º lugar e 10º lugar poderiam reivindicar a troca de posição, respectivamente com o 5º e o 9º, se adotada outra regra de classificação.

*Antônio Augusto de Queiroz, Jornalista

http://blogdocarlosgomes.blogspot.com

domingo, 2 de setembro de 2007

Relatores do processo conta o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) no Conselho de Ética do Senado avaliam que está mais insustentável sua permanência

* Ex-aliado do senador denunciou que levava propina em malas em um esquema de arrecadação de dinheiro articulado por Renan em "ministérios do PMDB".

O fato a mim atribuído é inteiramente falso, fruto de imaginação e má-fé", diz o senador, em nota.

(Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás)

sábado, 1 de setembro de 2007

Partido dos Trabalhadores (PT) propõe a extinção do Senado

* A proposta foi defendida pelo presidente nacional do

partido, deputado Ricardo Berzoini, que prega a adoção do sistema unicameral no Brasil.

Na prática, o Senado deixaria de existir, e o número de vagas na Câmara seria ampliado.

(Correio Brasiliense - Sinopse Radiobrás)